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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Micro esculturas

Imagine voce que já tem problema só em passar a linha no buraquinho da agulha nem vai conseguir enxergar o que Willard Wigan esculpi dentro desde buraco.



O artista que na sua infância foi diagnosticado com dislexia e considerado academicamente inapto por uma professora quando tinha apenas cinco anos, foi afastado da escola e passou a dedicar a maior parte de seu tempo a criar microesculturas. No começo eram apenas casas para as formigas no jardim e logo elas tinham mesas, cadeiras, carrosséis, copos e até talheres de mesa. “Era um mundo da fantasia que eu usava para escapar para onde meus professores não podiam me criticar”, diz ele, em seu site.
Hoje ele retrata pessoas famosas como Cameron Diaz, a família Obama e Oprah Winfrey – que podem ser vistas somente com um microscópio ou lentes de aumento potentes –, expõe em galerias pelo mundo todo e faz questão de contar sua história em escolas para ajudar crianças que têm dificuldade de aprendizado a descobrirem seu potencial.

Foto: ReproduçãoFoto: Reprodução

terça-feira, 17 de agosto de 2010

intervenção do tricot

yarn bombing, também conhecido como knit graffiti, é um movimento de arte de rua foi iniciado por volta de 2005, em Houston, nos Estados Unidos, pelo grupo anônimo Knitta. Envolvendo diversas estruturas das cidades com tricô, a proposta inicial do coletivo era tornar a arte urbana um pouco mais aconchegante e quentinha. Como as intervenções eram facilmente removíveis, nada era poupado pelos artistas, que deixavam suas peças em postes, hidrantes, árvores e até monumentos históricos.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Escultura de grafite

Dalton Ghetti, um brasileiro, que agora vive em Bridgeport, Connecticut, cria esculturas no grafite dos lápis
Veja só:

Dalton é um carpinteiro e usa somente três tipos de  ferramentas bem simples para construir suas esculturas – uma lâmina de barbear, agulhas de costura e faca. 
O carpinteiro nunca vendeu nenhum de seus trabalhos que são dados para presentear seus amigos. Ele declarou ao site The Telegraph: “Uso agulha de costura para fazer furos ou cavar o grafite. Do nada crio linhas e lentamente transformo o grafite com a mão”.
Ele disse que tem mais de 100 esculturas que se quebraram enquanto ele trabalhava nelas. Ele as chama carinhosamente de “a coleção cemitério”.

Fonte: Kyoung Jon